O cara ao lado

NC-17
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Часть 7

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Danya, tendo dormido até as duas e meia do dia, rapidamente se veste e vai para o corredor. Pedro tem uma cozinha e um corredor, nem mesmo uma porta, apenas um arco de madeira, então Araújo ouve primeiro e depois vê. - A que distância vais? - pergunta com interesse, observando como Nefor se envolve no banheiro do outro lado da rua. Parece que está a lavar-se. Dimka, que está apenas escrevendo a introdução do ensaio, levanta a sobrancelha surpresa, não esperando encontrar um conhecido na casa de seu professor. Ele não percebeu o que estavam a fazer, mas чтобы então, a Danya vive aqui? Poses observa esse fato com uma grande quantidade de choque. - Não importa, você disse que eu estava sozinho até os onze anos-lembra Nefor, entrando na cozinha. Seu cabelo estava molhado nas têmporas e franja. Claro que lavava. - Queres tomar o pequeno-almoço? - o mais velho falou. - Olá, Dimka - finalmente chama a atenção para a presença da Posov, aperta-lhe a mão. Pedro Riu. - Quero cacau-diz Danya novamente, ignorando um grande ponto de interrogação no rosto de um amigo. - Não te incomoda que eu tenha aulas? - a voz está a ficar mais dura. O homem se enfureceu, olhando insatisfeito. - Então não quero nada. Poz, em duas horas em nosso lugar-ele se volta no final já para Dima. O tipo só acena com a cabeça. - Qual é o seu lugar? - Nefor desaparece tão abruptamente quanto apareceu, Então Pedro pergunta ao aluno. — Não posso dizer-a culpa é de um aluno do nono ano. - É claro-revira os olhos de Araújo. Muitos guerrilheiros. - Vamos voltar à estrutura do ensaio.… *** Danya entra na delegacia, desajeitadamente contorce os ombros e caminha ao longo de um corredor mal iluminado. - Eu quero apresentar uma declaração-explica pela terceira vez ao atendente, que olha para ele com um olhar suspeito. -Que idade tens? - pergunta com uma voz falsa e severa, como se Nefor o assustasse e mudasse de idéia. - Dezesseis-responde também sem timidez, em voz alta e clara, mostrando que não se confunde com esse fato. "Eu conheço meus direitos e posso me candidatar em qualquer idade", enfatiza ele, sem acrescentar que li essa informação no caminho para cá da Internet. O atendente relutantemente o leva a um escritório estranho com pouca mobília, onde um homem ainda mais sombrio de uniforme olha para ele. Danya senta-se diante dele e diz que há um homem que ameaçou ele e sua mãe, que ele deve ser capturado e preso, que ele já foi julgado, que ele é um perigo para a sociedade, e novamente enfatiza que ele ameaçou a si mesmo. Nome, sobrenome, patronímico-diz O homem em voz monótona. - Daniel Neforov Andreevich-diz irritado, repetindo não é a primeira vez. - Não é seu, mãe-interrompe o mais velho. - Porquê? - pega todo o corpo, senta-se menos imponente, franze as sobrancelhas e olha sem pestanejar. - Vou enviar um policial para ela, ele vai falar, recolher o depoimento, e vamos começar o caso — explica o policial. - Estou a brincar?! - Nephor exclama emocionalmente, pulando no lugar e forçando-se a sentar de volta. - Ela não vai dar em nada-acrescenta ele, entorpecido, escondendo as mãos nos bolsos e batendo nervosamente o pé. - Então, de que raio estás a falar?! - um homem de quarenta e cinco anos na aparência, com cabelos grisalhos e bigode antiquado, bate alto na mesa com a mão. - Vim apresentar queixa! - insiste no seu tributo ao levantar-se. - Você confundiu o circo com uma delegacia de polícia — diz ameaçadoramente, batendo novamente na mesa, como se pudesse intimidar com isso. Vai-te embora, antes que te fechemos por uns dias. O que você pensou, — Nefora quer escalar a parede da teimosia do interlocutor. Dani tentou. Pegar. Daqui a duas horas, vai encontrar-se com os miúdos no parque de diversões, como combinado. — O idiota não aceitou a minha queixa-queixa-se Nefor, fumando duas vezes seguidas. Bogdan senta-se nos cortões, tira do bolso uma caixa de metal do tamanho de uma caixa de fósforos e, fazendo um caminho na segunda mão, inala em uma narina. Do lado de fora parece assustador, como se ele estivesse usando drogas, mas as consequências de tal pó são apenas formigamento de mentol no nariz e uma pequena carga de vivacidade. - Voltaste para snuff? - Dima sorriu ao ver essa foto. - Ele deixou-o? - dim Pozov levantou-se, tomando um frasco de Bogdan com folhas de tabaco esmagadas e, mergulhando o indicador e o polegar nele, começa a esfregar suavemente nas narinas para não inalar muito profundamente. - Mariquinhas-sorri Matvienko gentil, olhando de baixo para cima para o cara, sem se levantar de cócoras. - E quanto à mentirinha, não me surpreendi... eles são legalmente obrigados a aceitar declarações, independentemente da idade, e parece que eles sempre pegam os pais de qualquer maneira, como as crianças mentem com frequência, mexem muito com merda... uma vez eu tive uma declaração para parecer, quando eles tiraram uma carteira com uma dúzia do bolso, eu trabalhei meio verão e não há mais resposta. Eu acho que eles nem sequer se importaram, imediatamente jogaram no fogão — Nefor sopra ofendido, percebendo que o colega de classe está certo, que ninguém o ajudará, mas ainda assim é injusto. Este Slavik vai matá — lo-então eles se lembrarão do rosto familiar, e será tarde demais!.. É triste, na verdade. — Dê-me também-estica a mão, joga um cigarro no chão, atropela o touro. Pega na caixa, pega no telemóvel, tira-lhe dois grandes caminhos e inala cada narina, uma por uma. Depois esfrega o nariz com os dedos por um longo tempo, que coça por causa do formigamento do mentol, e se sente um pouco mais legal, até mais do que um maricas com seu icosus sofisticado. Queres dizer-me O Que fizeste em casa do Pedro esta manhã? - ele conduziu poses com a sobrancelha, apoiando-se com a mão no ombro de Matvienko, que, devido a essa pressão, agora, mesmo se desejado, não se levantará da Cortana. - Eu moro com ele agora, então as estrelas se juntaram — espirra de snuff exagerando no nariz. - Ele ofereceu-se, eu aceitei. É melhor do que um apartamento onde o sangue da mãe ainda está no chão, a esfregar — lhe o nariz com a palma da mão outra vez. Os rapazes acenam com a cabeça. Por mais meia hora, eles discutem que os Jogos Olímpicos começarão em breve, e haverá carne novamente entre "a" e "B", discutem o próximo jogo de futebol e fazem apostas em suas equipes favoritas e até de alguma forma ofendem a matemática e o quanto ela está farta de pedir muita casa para o fim de semana. Depois vão-se embora. *** Eu lavei suas roupas-diz Pedro, Assim que Danier aparece no apartamento. - Eles estavam limpos-o cara revirou os olhos, descontente, jogando o blusão e jogando-o na cadeira. No primeiro dia, ele, é claro, será um bom menino e nem mesmo uma bagunça, mas ainda sabe que em uma semana todas as suas roupas estarão caóticas ao redor do perímetro de todo o salão — ele é uma pessoa desorganizada. - Só na sua imaginação-murmurou Araújo. - Onde estiveste? É só uma pergunta, não estou a questionar. Se você não quer-não responda, mas não faça esse olhar -, por Danier é claro que ele percebe tudo com hostilidade do professor e, portanto, não está satisfeito com a sobrancelha, e pelos olhos verdes você pode ler: você está se intrometendo em seus assuntos. - A resposta "passear" satisfaz-te? - Pedro, furando sob o nariz "satisfará", passa e, em um minuto, ouve-se o estrondo da porta. Foi-se embora. Ninguém presta contas a ninguém, para Nefor tal disposição das coisas é aceitável. O cara prepara uma xícara de chá com cheiro de maçã, adiciona muito açúcar e tira da geladeira o queijo que ele gostou no esmalte, não exclui nem mesmo que tenha sido deixado especialmente para ele, embora quem conheça Araújo possa ter esperado comê-lo. Bem, ele não foi puxado pela língua quando ele permitiu que ele levasse qualquer tipo de comida. Danya coloca na frente de seus livros didáticos sobre a mesa e com a ajuda de fita adesiva tenta conectar os fragmentos. Pedro volta vinte minutos depois com pacotes de mercearias, obviamente da loja, e se junta silenciosamente, mesmo sem se dar ao trabalho de perguntar se sua ajuda é necessária. Danya, em princípio, não comenta, apenas deixa tom estar por perto. Em quatro mãos, eles lidam com a tarefa em meia hora e também se dispersam silenciosamente, como se esse trabalho não existisse. Danya pega uma pilha de livros ressurretos e os arrasta de volta para o quarto. *** Pedro acorda um pouco mais tarde do que o habitual — às sete e meia da manhã, em vez das habituais sete da manhã. Ele adiou o despertador para descansar um pouco mais. O homem pensa que agora ele tem que acordar também o nono ano, mas com surpresa não encontra um tributo na sala. O sofá dele está completamente vazio. Como confirmação de pensamentos, Nefor sai do banheiro em direção a ele: vestido, lavado e aparentemente totalmente montado. Araújo удивлен surpreendido. Sim, é verdade. É a palavra certa. Apenas no caso, ele verifica novamente o tempo em seu telefone e se certifica de que ainda há uma hora antes do início das aulas.  O adolescente, ignorando especialmente o professor adormecido em calças de pijama cinza-listradas e uma camiseta preta, de pé no meio da sala, pega uma mochila do chão, joga livros didáticos em um horário e, confiantemente jogando a bolsa pelos ombros, vai para a saída. - Dania-tosse a morena, forçando Nefora a parar e se virar. - Vais далеко até onde? - esclarece ele. — Adivinha-Pedro tem certeza de que lhe ensinou um hábito muito ruim quando um garoto sorri novamente com um sorriso sarcástico roubado dele. - Você não precisa mais sair uma hora antes da aula, eu vou te levar de carro — diz O professor em voz baixa. - Eu estou bem assim-soltou suas agulhas o cara, claramente determinado a sair agora. — Podemos tomar o pequeno-almoço e ir? Cacau e omelete é melhor do que uma hora de caminhada com o estômago vazio", diz um professor muito lógico. Nefor puxa a alça da mochila, pondera sobre a proposta e, no entanto, Aceita-a. Araújo cumpre Sua promessa e prepara o café da manhã para o aluno, até coloca três colheres de açúcar na bebida, como ele gosta. Danya está pela primeira vez dentro do salão de um carro estrangeiro caro, embora não seja o mais moderno, mas ainda é legal. Ele se espalha na cadeira, aperta o cinto e observa como Pedro habilmente sai do estacionamento. Araújo, vendo esse olhar atento, sorri com a ponta dos lábios e pontapeia, pressionando o pedal do acelerador até o batente, dirigindo um curto trecho vazio da estrada dos pátios para a rodovia. Nefor aperta o assento, agarra o cinto de segurança com as duas mãos e aperta-o. - Não faça isso de novo-pede baixinho, sem a sombra de um sorriso, e o professor quase não acena com a cabeça. E ele achou que o Danier ia gostar.… - Sim, muito bem-acrescenta já em voz alta. - Sabes, eu понимаю sei que isto não é apropriado, mas não consigo imaginar uma situação em que seja apropriado дан Danya, desculpa. Juro que me arrependo daquela noite e que lamento não ter parado a tempo, mas estava tão zangado que me acordaste E Прости desculpa. Me. Por favor, ele fala de repente em uma respiração, tentando de alguma forma gesticular e dirigir ao mesmo tempo. Danya observa intensamente como seus dedos Ora se afastam do volante, Ora se deitam sobre ele novamente. Acima de tudo, ele não gostaria de se envolver em um acidente, além de tudo. — Vou tentar-responde Nefor honestamente, sabendo que é estúpido dizer "perdoo-te", porque ele ainda não se reconciliou com a ideia de que Araújo, de fato, usou violência que já é demais na vida. É difícil para ele esquecer isso, e muito menos parar de lembrar com um tremor interno. O cara pede para parar antes de virar para a escola, insiste até, e ele mesmo chega aos últimos duzentos metros a pé, não querendo que nenhum dos alunos saiba que Pedro o leva. Ele não gosta de ser objeto de conversas. *** O frio habitual do mentol formiga as narinas quando Nefor inala o pó de tabaco. Claro, ele não esperou por um maricas, não havia sentido nisso, porque as aulas terminaram às duas, e ainda havia Cooking e cooking até cinco ку mas Bogdan e Dimka responderam rapidamente à oferta de caminhar até o abandono. Tornou-se uma espécie de tradição para eles se reunirem aqui todos os dias. Os caras ainda não conheciam mais lugares seguros para ficar sozinhos, e Danya nunca interferiu. Bogdan fica ao lado do peitoril da janela, encostado a ele, e abraça de barriga para baixo Dimka, que, por sua vez, encostou-se a Matvienko. Danya, olhando para este casal doce, cada vez mais acredita que o amor existe, porque eles realmente parecem juntos правильно É isso mesmo. Ele não os percebe mais um por um, para ele, os caras são um todo. Nada mal para complementar uns aos outros… Dimka abaixa a cabeça no ombro de Bogdan, relaxando em seus braços de urso, e Matvienko, sorrindo para essa ação, beija o cara na bochecha, na têmpora, na nuca. Danya está rindo silenciosamente, mas não zombando, mas sim carinhosamente. Danya acha que ele também sente falta desses abraços. Danya está com inveja porque quer que alguém o beije da mesma maneira, dê seu amor. A Danya lembra-se do paneleiro sem querer. Tira um cigarro do bolso e fuma. - Snuff não chega, pois não? - o Bogdan não está feliz. - Danechk, cuidado para que não fique ruim-diz um colega de classe preocupado. — Tudo bem-diz Nefor, agachando-se e de costas para a parede de concreto. Acende o isqueiro, inala, mantém-se dentro dos pulmões por alguns segundos e liberta fumo. As desculpas de Pedro em detalhes. Ele se lembra, por alguma razão, de suas mãos apertando o volante e como ele o percorreu com os dedos, depois endireitando-os, depois apertando-os novamente com a capa de couro com a qual ele foi revestido. Lembra-se e faz sopros mais profundos e mais longos. Uma estranha sensação de dor no peito. E o mais interessante é que não é uma ofensa. Não raiva. Algo mais novo, ainda não experimentado antes, e ainda completamente incompreensível. Estás bem? - puxa-o dos pensamentos de poses Dima, levantando a cabeça, saindo do ombro confiável. Ele olha fixamente para o cara por causa de seus óculos. - Sim, tudo bem-responde Danya, levantando-se em seus pés. A minha cabeça está um pouco enevoada. Ele come pouco e fuma muito — isso não afeta muito bem seu corpo. - Queres que vá para casa? - Bogdan pergunta a sério. - Acompanha o Dimka-ri-se Nephor. - Está bem, acho que vou. Vamos, até logo-bate as cames em vez de um aperto de mão oficial, alternadamente para ambos os alunos do nono ano, depois corrige a alça da mochila e sai, já atrás da parede acendendo outro cigarro, para que os caras não vejam, não se preocupem... por que se preocupar com ele, certo?.. Acha que, para ser sincero, quer que se preocupem com ele. Ele revira os olhos, insatisfeito com seus próprios pensamentos, e o resto do caminho para Khrushchev chuta uma pedra que se virou sob seus pés, o que é uma grande distração da bagunça na cabeça. Até a chegada, ele não Dania Nefor é uma estudante de dezesseis anos da nona série com um desempenho acadêmico muito medíocre, mas, pelo menos, Cristiano Ronaldo. Em frente à porta fica às dez minutos, percebe que Pedro chegou um pouco antes. Ele decide não ir para o apartamento, não mexer por alguns minutos com o castelo, apenas sentar no chão de concreto e colocar os pés na grade que cerca a escada, como no mesmo dia em que passou a noite em Araújo pela primeira vez. Esse pensamento me faz rir com tristeza. Tudo era diferente, tudo era mais fácil. Danya fuma novamente e pensa que esse veneno o matará em breve, se não abrandar. Pensa e continua a inalar fumo. Há uma sensação de que apenas essa amargura na boca e a mantém tonificada, não permite que você caia da realidade. Metodicamente, inspire-expire, inspire-expire... é como contar até dez, também ajuda a se concentrar na realidade. — Eu nem estou surpreso-Pedro sorriu, subindo as escadas e colocando Nefora aqui. - É claro que você esperou por mim — murmurou ele, repreendendo de maneira brincalhona. Danya revira os olhos, fica de pé, pisando no chão, enquanto o professor abre a porta na frente dele, dando um passo para o lado, convida o mais novo a entrar primeiro. - Há quanto tempo estás à minha espera? - Não — responde o rapaz, tossindo fumaça. Estou um pouco tonto. Você precisa comer e ir para a cama, então você provavelmente vai deixar ir imediatamente. - Danya, posso fazer-lhe uma pergunta e você pode respondê-la o mais honestamente possível? - o cara chega ao salão, joga a mochila no chão, tira a gola alta, coloca uma camiseta limpa e acena com a cabeça, finalmente concordando. Quanto me odeias numa escala de um a dez? - imediatamente se apaga assim que as palavras voam dos lábios, pressiona o ombro contra o batente da porta, olha para o chão. Danya acha que você precisa dizer " dez " e não ser tímido. Danya sempre pensou que Pedro odiava. Danya entende que esse mesmo sentimento — e não raiva ou ressentimento — o rasga neste segundo de dentro em pedaços. Dani odeia a si mesmo quando fala: - Cinco, em vez dos dez que planejei dizer no início. Pedro, surpreso, levanta o queixo, olha com seus olhos azuis, Procurando um truque. Danya percebe que tudo isso é tão errado e nojento, mas a consciência lhe diz: "você gosta dele, sempre gostou dele, mesmo antes de tudo começar, e você não pode objetar", e ele quer sair pela janela com a consciência dessa coisa simples em condições tão difíceis. Danya lembra como todos na entrada chamavam Pedro de bicha, e lembra que ele era talvez o único que disse isso sem raiva. Lá no fundo, até simpatizava com ele. Já não simpatiza. Já não coloca despreocupação na palavra ofensiva, agora para ele Pedro é realmente um maricas-não como orientação, mas como pessoa. E ele gosta daquele maricas. E Danya se sente repugnante e errado. Danya sempre pensou que um relacionamento difícil-é como a mãe e Slavik. E só agora Nefor percebe que um relacionamento realmente difícil é isso. Quando você odeia uma pessoa, despreza-a, mas ainda assim seu coração bate mais rápido em sua presença. E Araújo nunca saberá. Ele que se foda.
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